AoLado

EM CONSTRUÇÃO · SETEMBRO DE 2026

Às sete e meia, a cozinha da sua mãe já sabe o que fazer.

O AoLado mora na mesa do café: o celular dela avisa, ela toma, você fica sabendo. Nada para aprender, nada para configurar todo dia, nada de ligar toda hora para perguntar.

7:30 Losartana Já tomei 7:30 Losartana Já tomei
7H30 · A COZINHA DA DONA MARIA

O celular já acendeu. Ela ainda nem sentou.

A adesão ao remédio não se perde por falta de amor — se perde por falta de um lembrete que funcione. O AoLado toca na hora certa no celular de quem toma, com letra grande, a foto da cartela e a voz dizendo o nome. Mesmo com o aparelho bloqueado, mesmo no silencioso, mesmo se ninguém estiver por perto.

Do seu lado, quase nada acontece: uma linha dizendo que a dose foi tomada e a hora. Sem gráfico de desempenho, sem pontuação, sem relatório de comportamento. Só quando a dose atrasa é que o AoLado fala com você.

E quando der vontade de ver o rosto em vez de ler um aviso, o botão de vídeo está sempre no mesmo canto da tela dela — do tamanho da mão, sem senha e sem app novo para aprender.

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O alarme que acorda a tela apagada

Tela cheia, som que cresce e voz. O botão físico silencia, mas fica registrado como “silenciado sem comprovação” — o AoLado nunca finge que a dose foi tomada.

Testado no aparelho real: 13 de 13 disparos com menos de 1,1 segundo de atraso.

Um toque confirma, e o dia segue

No seu celular: o remédio e a hora, uma linha só. Se atrasar, o aviso muda de cor, de ícone e de palavra ao mesmo tempo — nunca só de cor.

Sem localização, sem WhatsApp, sem reconhecimento facial. Nunca.

Ficar AoLado, quando der vontade

Vídeo ou voz, no mesmo canto da tela, sempre. Para conversar e ver que está tudo bem — não para vigiar.

Ela pode sair do AoLado sozinha, a qualquer hora, sem avisar ninguém antes.

Sem localização, sem WhatsApp, sem reconhecimento facial. Ela pode sair do AoLado sozinha, a qualquer hora, sem avisar ninguém antes.

O app ainda está sendo construído.

Hoje só a família do fundador testa. Será grátis e sem anúncios quando entrar na Google Play — sem data anunciada, para não prometer o que ainda não medimos.

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